quarta-feira, 27 de julho de 2016

Estudantes do 7º ano interagem com colegas numa gincana de conhecimentos.

            Na sexta-feira, 22 de julho, os alunos do 7º A e 7º B, participaram de uma gincana promovida pelas professoras Danúbia, Iranete e Kenya, envolvendo conhecimentos de Ciências, geografia, história, matemática e educação física.
            As professoras planejaram a gincana com a finalidade de promover uma atividade em que os alunos procurassem formas de interação com os colegas, aprendendo a respeitar as regras pré-estabelecidas. A intenção foi realizar uma  avaliação pedagógica e não punitiva, que vai além da prova clássica, cujo objetivo é contabilizar acertos e erros, retomando os conteúdos trabalhados no I semestre letivo para identificar em que etapa do processo de construção do conhecimento encontra-se o estudante e, em seguida, identificar as intervenções pedagógicas que são necessárias para estimular o seu progresso no II semestre letivo.
            Para as professoras essa foi uma forma dinâmica de diagnóstico porque a partir do resultado é possível adequar suas estratégias de ensino às necessidades de cada turma.






quarta-feira, 20 de julho de 2016

Olhar Fotográfico: A Escola Tomé Francisco vista por um ângulo que você nunca viu.

                No Projeto o Prazer de Ler 2016, os estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio vivenciaram a oficina OLHAR FOTOGRÁFICO, coordenada pelas professoras Kássia e Jaciara, com os seguintes objetivos:
  • Observar, comparar e interpretar as diferentes maneiras pelas quais a figura humana foi representada ao longo da história das civilizações.
  •  Conhecer a história da fotografia
  • Reconhecer a fotografia como um registro da memória pessoal e coletiva.
  • Estimular diferentes formas de olhar e fotografar.
As professoras proporcionaram aos alunos conhecerem mais profundamente a linguagem fotográfica e sua história. Eles utilizaram o telefone celular e fizeram fotografias de acordo com a seguinte proposta: A escola vista por um ângulo que você nunca viu: Caminhar pela escola e arredores e fazer algumas fotografias. Selecionar a foto que considere mais expressiva e criar uma legenda.  

Como resultado da oficina, selecionamos as fotos mais expressivas e lançamos esta campanha.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Alunos da Tomé participam do Torneio Virtual de Ciências

Os estudantes do 8º e 9º ano da Escola Tomé Francisco foram inscritos no Torneio Virtual de Ciências (TVC) para as séries finais do ensino fundamental II, com a coordenação das professoras de Ciências Danúbia Rêgo e Edinete Cipriano. Uma realização do Espaço Ciência em parceria com o Sistema Jornal do Commercio. Cada mês será destinado a uma disciplina para que os alunos possam colocar em prática toda sua criatividade e conhecimento, mas além dos desafios experimentais e digitais que constam no regulamento, poderão ser lançados desafios surpresa em alguns meses. Os desafios abordarão o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia “Ciência alimentando o Brasil”. O primeiro desafio será divulgado em 10 de agosto.

O encerramento da competição acontecerá em 14 de dezembro, no auditório do Espaço Ciência. As equipes serão premiadas da seguinte forma: certificados, medalhas e troféus para os 1º, 2º e 3º colocados de cada série distribuídas nas Regiões do Estado (Região Metropolitana do Recife, Sertão, Agreste e Zona da Mata) e certificado de honra ao mérito para os demais participantes.  A escola vencedora será noticiada pelo Sistema Jornal do Comercio.


Escola Tomé Francisco é contemplada com o programa OBMEP na Escola

Estudantes do Ensino Fundamental e Ensino Médio, selecionados na OBMEP 2015, estão participando da OBMEP na escola. O programa quer estimular atividade extraclasse com o uso dos materiais da OBMEP, tais como provas e Bancos de Questões. Será realizado durante o II semestre letivo, financiado pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), e a promoção do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC).  A professora Maria do Bom Conselho Silva Beserra está habilitada e preparada para desenvolver as atividades na escola. O programa conta com o apoio da CAPES.

Todos os alunos recebem o material necessário e uma bolsa de estudo do IMPA. O trabalho da professora também é remunerado. A equipe gestora da escola apoia a ação que contribui  para a melhoria da qualidade do ensino de matemática, além de Identificar jovens talentos e incentivar seu ingresso nas áreas científicas e tecnológicas.


terça-feira, 12 de julho de 2016

Aprendizagem: foco do encontro dos professores da Tomé.

Uma das preocupações dos professores em suas atividades docentes é com a aprendizagem dos alunos.  Por que uns aprendem e outros não? Essa é uma pergunta que muitos se fazem e estão sempre em busca de informações, de modo a conseguir para o discente, o máximo de aprendizado possível.
Considerando o desafio de cuidar da aprendizagem dos alunos, a equipe gestora e pedagógica da Escola Tomé Francisco da Silva planejou a pauta de encontro com os professores, no dia 11/07, com foco nos fatores que interferem na aprendizagem dos alunos. Entre os objetivos:
·         Identificar fatores que interferiram na aprendizagem dos alunos no 2º bimestre letivo;
·         Refletir sobre as contribuições da relação entre professor e aluno para o processo de aprendizagem escolar;
·         Compreender a importância de adotar ações eficazes, como também identificar as mudanças necessárias em benefício do próprio desempenho;
Vários temas foram abordados de forma dinâmica e reflexiva: atitudes de pessoas bem-sucedidas, fatores que interferem na aprendizagem segundo alguns autores, competências do professor, como os alunos aprendem, além de opiniões que há tempos estão incorporadas ao dia a dia da escola.

A equipe compreendeu que uma das razões do baixo desempenho dos alunos pode estar no uso inadequado de estratégias pedagógicas como, por exemplo, aulas bastante longas, os conteúdos transmitidos fora de contexto e quase nenhum significado para o aluno. Isso porque o jovem que temos hoje na escola é muito mais submetido a estímulos, de naturezas diversas, do que aquele de dez ou vinte anos atrás, quando os professores atuais foram formados. As suas necessidades, os seus interesses, passam por essa nova forma de se observar o mundo. Sendo assim, continuar a utilizar metodologias que não põem o aprendiz no centro da construção do seu saber, com conteúdos não contextualizados e de pouca significação para ele, pode ser a explicação para o insucesso em seu aprendizado. É preciso estar atento para isso!


sexta-feira, 8 de julho de 2016

ATENÇÃO PROFESSORES E ALUNOS: ALTERAÇÕES NO HORÁRIO DA MANHÃ.


Encontro com profissionais da secretaria: avaliação do trabalho em equipe.

            Na tarde da quarta-feira, 06/07, o gestor Ivan realizou uma reunião com os profissionais da secretaria: secretário, auxiliares e analistas educacionais. O encontro abre espaço para diálogos profissionais mais frequentes e eficazes, recursos importantes para a efetivação da gestão participativa.
Uma conversa se torna mais produtiva quando o objetivo é avaliar o que está sendo feito e dar orientações sobre como as atividades podem ser mais bem realizadas. A pauta da reunião contou com objetivos bem definidos:
  •      Conversar formalmente com o pessoal da secretaria sobre o trabalho desenvolvido, analisando os resultados para sugerir  mudanças nos procedimentos ou nas ações, quando necessário.    
  • Conhecer estratégias para estabelecer e perseguir objetivos e eleger os que podem causar impactos sobre o desempenho da equipe;
  • Compreender a importância de adotar ações eficazes, como também identificar as mudanças necessárias em benefício do próprio desempenho

Utilizando várias versões da fábula “A lebre e a tartaruga”, os participantes conversaram sobre a importância das atitudes de pessoas bem-sucedidas, criando um clima de trabalho mais harmonioso. Na ocasião o gestor Ivan aproveitou para elogiar um trabalho bem realizado e alertar sobre as atitudes que não condizem com o projeto político-pedagógico da escola.


Após avaliar o desempenho e ouvir as observações feitas pelos funcionários, o próximo passo foi focar na proposição de soluções. Afinal, só faz sentido pontuar os erros quando há um planejamento para corrigi-los e nortear as futuras ações.