quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Alunos do 8º ano doam cestas básicas a famílias carentes: fruto da oficina de matemática financeira da professora Cida.
Alunos prioritários em foco: uma reunião para refletir e potencializar o ensino e a aprendizagem.
As
discussões foram pautadas na análise do resultado do Pacto pela Educação (II
Bimestre), na avaliação diagnóstica de Língua Portuguesa e Matemática nas
turmas concluintes ( GRE), no alto índice de reprovação previsto na
consolidação das médias do I Semestre letivo de 2015. A reunião favoreceu
aspectos como a análise do currículo, da metodologia adotada e do sistema de
avaliação da instituição. Juntos, os coordenadores e os docentes devem definir
os encaminhamentos que levem à melhoria da qualidade da produção dos estudantes
na elaboração de um plano de ação específico. A intenção da coordenação foi
ajudar os docentes a ampliar o olhar sobre o desempenho da turma e a própria
prática, buscando propiciar a melhoria da qualidade do ensino.
O acompanhamento da família: um desafio possível na luta pela superação dos alunos prioritários.
A partir do vídeo “A águia e seu
voo para a vitória” houve uma conversa apontando que o objetivo tanto da escola
como da família é o mesmo – contribuir para uma formação que contemple o pleno
desenvolvimento do ser humano – e que para alcançá-lo é necessário um
trabalho compartilhado. Cada pai recebeu o resultado do seu filho, além de
dicas de como fazer da rotina uma aliada. A intenção dessa reunião não foi o de
encontrar culpados, ou simplesmente transferir a responsabilidade para as
famílias. Para Ivan, o importante é que os pais tenham clareza da situação de
cada estudante para refletir com ele a necessidade urgente de mudança de rota
em prol do sucesso na aprendizagem.
Cerca de 80 pais participaram da
reunião e conversaram também com alguns professores no plantão pedagógico. A
equipe da Escola Tomé Francisco está confiante na parceria estabelecida com as
famílias, certamente uma possibilidade de elas cumprirem o que lhes compete. Isso porque, ao reconhecer o empenho de
todos em ajudar o aluno na superação de suas dificuldades, cria-se uma
motivação propícia à aprendizagem.
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