quinta-feira, 20 de julho de 2017

05 Intercambistas da Escola Tomé Francisco participam de reunião de pré-embarque

Na quarta-feira (19), 05 estudantes da Escola Tomé Francisco selecionados para o intercâmbio pelo Programa Ganhe o Mundo participaram da reunião de pré-embarque realizada pelas Secretarias de Educação e Turismo, Esporte e Lazer, no Centro de Convenções de Pernambuco.



 O objetivo da reunião é aprofundar e reforçar as orientações dadas aos intercambistas participantes do PGM, assim esclarecer dúvidas que eles possam ter com relação à experiência de intercâmbio e adaptação aos países de destino.participaram  da reunião representantes da Secretaria de Educação do Estado, Secretaria de Relações Internacionais, Secretaria de Turismo, INFRAERO, Polícia Federal, Receita Federal, COPERGÁS, Shineray, Alpagartas, EMPETUR, além dos consulados do Canadá, da Argentina, Alemanha, Irlanda, e representantes dos Programas Internacionais do Chile e Argentina.

O Programa Ganhe o Mundo (PGM) - Criado em 2011, o PGM já beneficiou mais de 5,4 mil estudantes do ensino médio da rede estadual. Os selecionados têm todas as despesas pagas pelo Governo do Estado, desde passagem aérea, até hospedagem em casa de família, matrícula em escola de ensino médio, seguro de saúde, além de uma bolsa mensal no valor de R$ 719,00. O PGM já embarcou mais de cinco mil estudantes para países como Argentina, EUA, Espanha, Uruguai, Nova Zelândia, Chile, Canadá e Austrália.
Créditos: Gil Menezes


Escola Tomé Francisco participa do Seminário de Boas práticas e compartilha projeto exitoso em Gestão Educacional

O evento aconteceu em Arcoverde e contemplou trabalhos de diferentes temáticas

 

Na quinta-feira (13), o gestor Ivan José Nunes Francisco e a educadora de apoio Josilene Quidute da Silva Nunes participaram do Seminário de Boas Práticas do Pacto Pela Educação de Pernambuco 2017 em Arcoverde, sertão do Estado. No evento estavam os gestores de escolas e demais membros das equipes das unidades de ensino da Rede Estadual de Educação, ligadas às Gerências Regionais de Educação (GRE) do Agreste Centro Norte, Agreste Meridional, Sertão do Alto Pajeú e Sertão do Moxotó-Ipanema.

A educadora de apoio Josilene Quidute da Silva Nunes apresentou na modalidade oral, eixo Gestão Pedagógica e Formação Docente, O PROJETO DE FORMAÇÃO CONTINUADA COM APLICAÇÃO DOS CONHECIMENTOS EM SALA DE AULA. O objetivo do projeto é de formar professores para o trabalho com a Matriz de Competências e Habilidades da Prova Brasil e SAEPE de Língua Portuguesa, do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio, possibilitando-os conhecer, reconhecer e fazer uso de boas práticas de leitura, suas possibilidades e inovações a fim de influenciar positivamente na aprendizagem dos alunos.
O seminário aconteceu na Escola Técnica Estadual (ETE) Professor Francisco Jonas Feitosa Costae reuniu dezenas de profissionais de educação. Ao todo, foram expostas 106 experiências no dia, divididas em duas modalidades de apresentação: oral e banner. Os trabalhos foram inscritos em um dos cinco eixos previstos no edital do Seminário: Indicadores e Taxas; Qualidade do Ensino e Gestão da Sala de Aula; Disciplina, Interação Escola/Aluno; Gestão Pedagógica e Formação Docente; Relação com a Comunidade e Família.

O Seminário de Boas Práticas do Pacto Pela Educação de Pernambuco é promovido pela Seplag em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e tem por objetivo integrar os gestores de escola e a equipe técnica das Regionais, de modo a proporcionar a troca de experiências exitosas sobre Gestão Educacional.




Escola Tomé Francisco leva modelo de gestão para evento no Sul do país

    Evento aconteceu em Santa Catarina e reuniu cerca de 700 educadores

Na última segunda-feira (17), o gestor Ivan José Nunes Francisco e a educadora de apoio Josilene  Quidute, da Escola Tomé Francisco, em Quixaba, Sertão do Estado, participaram do II Seminário Regional de Educação Municipal, promovido pela Universidade Comunitária de Chapecó (UNOCHAPECÓ), em Santa Catarina. Os profissionais da Rede foram convidados para palestrar no evento devido ao exemplo de transformação de qualidade da educação na unidade de ensino.

     A escola ficou conhecida nacionalmente após ganhar prêmio de gestão escolar pelo Ministério da Educação, em 2012. Ivan e Josilene palestraram para cerca de 700 educadores e gestores municipais no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó.

     Os gestores da Escola Tomé Francisco apresentaram a experiência de sucesso da instituição a partir das ações desenvolvidas em quatro dimensões: gestão de resultados, gestão pedagógica, gestão participativa e de pessoas, gestão administrativa e de recursos, além de mostrar, também, o avanço da educação de Pernambuco e a importância dos investimentos do governo.

   “A experiência foi positiva. Foi um momento ímpar para compartilhar preocupações, expectativas e conhecimentos, em vista de oxigenar as práticas pedagógicas e de gestão da Escola Tomé Francisco. Após a apresentação recebemos muitos elogios”, disse Ivan.



quarta-feira, 19 de julho de 2017

Equipe da Tomé volta com todo vapor

           Na sexta-feira 07/07/2017 os professores e gestão reuniram-se para a realização do III encontro de programa Fortalecimento da Formação Contínua em Serviço, com o tema Gestão de Sala de Aula.
            Dinâmica, autoavaliação, vídeo e leituras sobre o tema subsidiaram o professor , não como manuais de orientação para suprir as necessidades diárias mas com a intenção de discutir os pontos em que a dificuldade impede a realização de uma prática pedagógica  satisfatória , tais como relacionamento interpessoal, organização da coletividade, trabalho com o conhecimento e o enfrentamento dos desafios do cotidiano numa visão da metodologia dialética sugerida por Celso Vasconcelos.

          Também aconteceu uma avaliação das ações do Projeto Político Pedagógico realizadas no 1º semestre e o agendamento de  ações para o 2º semestre, na busca incessante da melhoria da prática pedagógica.





sábado, 15 de julho de 2017

INTEGRANTES DO PROEMI ( PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR) REÚNEM-SE PARA AVALIAR O 1º SEMESTRE DA ADOÇÃO NA ESCOLA.

          Para a  escola,  a adoção do programa foi bastante positiva, uma vez que a organização do  programa proporciona a escola o desenvolvimento do seu  papel de promotora de cidadania e de direitos, além do oferecimento de conhecimentos sistematizados e armazenados pelas gerações anteriores.  Os alunos deixam de ser apenas receptores do conhecimento para se transformarem em produtores do conhecimento.
        Professores relataram que o trabalho realizado de forma mais dinâmica favorece o ensino aprendizagem tornando viável o desenvolvimento de habilidades e competências, reconhecendo que o aluno precisa ser motivado e que aprender exige conhecer, exercitar, refletir, questionar e, sobretudo, atribuir sentido. 
            Entre outras estratégias, foram citadas:
  •   dinâmicas de motivação 
  • o levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos
  • o incentivo a observação, elaboração e checagem de hipóteses a cerca do que será estudado.
  • Debate para evidenciar divergências de opiniões e suscitar argumentações, respeito as opiniões adversas,
  • a mobilização dos alunos para buscarem respostas e soluções 
  • atividades que instigam a troca de informações entre os alunos 
  • investigação e registro com base em conhecimento científicos 
  • Análise de situações que favoreçam mudanças de hábitos e a formação de atitudes.
Na ocasião, foi avaliado o 1º semestre do programa, constatando-se o que poderia ser melhorado e definidas ações para o 2º semestre.   


    




quinta-feira, 13 de julho de 2017

AULÃO DO CURSINHO DOMÍNIO NA TOMÉ

Aconteceu ontem  (quarta-feira) o 1º  AULÃO do PROJETO ”ALUNOS DA TOMÉ RUMO À UNIVERSIDADE”. Realizado, em parceria com o Cusinho Pré-Vestibular “Domínio”, da cidade de Serra Talhada, o aulão contou com a presença do Professor  Francioly, da área de Ciências da Natureza e Professor  André, da área de Humanas. O público alvo foram 65 alunos do 3º ano do Ensino Médio, que estavam ansiosos para participar.
Segundo os alunos, os professores tiraram muitas dúvidas em relação aos conteúdos: o aulão oportunizou aos concluintes ampliarem seus conhecimentos, além de motivá-los à participarem do ENEM. Os professores comentaram que o interesse demonstrado pelas turmas permitiu que a aula fluísse de forma muito proveitosa, e já firmaram o compromisso de ministrarem outro aulão em agosto, nas disciplinas de Geografia e Língua Portuguesa.
Para que esta ação acontecesse foi montada uma estrutura com lanche, almoço, espaço físico, na qual todos os funcionários da escola deram apoio, prestando um relevante serviço.

Agradecemos a todos que contribuíram para esta ação acontecesse e aos alunos pelo empenho em comparecer e participar efetivamente.
 VALEU, EQUIPE “DOMÍNIO! Vamos, no final, comemorar o resultado dos nossos objetivos em comum: o sucesso dos alunos. Agradecemos essa parceria solidária e eficiente prol do futuro dos nossos jovens estudantes.
Este foi o início da jornada de atividades complementares do 2º semestre para o SAEPE, SAEB e ENEM. O cronograma inclui outros aulões, alguns ministrados pelos próprios professores da escola; gincanas; simulados; reforço no contraturno; seminários; feira do conhecimento e sarau literário.

Com garra e determinação, a Escola Tomé Francisco vai trilhando um caminho de uma educação de qualidade que faz parte da sua missão. 






quinta-feira, 6 de julho de 2017

Como um garoto prodígio da matemática virou inspiração em Quixaba, no Sertão

Premiado sete vezes na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, o pernambucano João Lucas Gambarra é referência para estudantes de cidade em que a matemática alimenta sonhos

Por: Larissa Lins - Diario de Pernambuco
Publicado em: 02/07/2017 14:00 Atualizado em: 03/07/2017 12:33

João Lucas ganhou intimidade com os números na infância, apostando memorizar placas de carro em troca de sorvete. Foto: Rafael Martins/DP
João Lucas ganhou intimidade com os números na infância, apostando memorizar placas de carro em troca de sorvete. Foto: Rafael Martins/DP

O pernambucano João Lucas Lopes Gambarra, de 22 anos, não tem sossego nos corredores da Escola Estadual Tomé Francisco da Silva, em Lagoa da Cruz, distrito de Quixaba, no Sertão de Pernambuco. Ganhou sete medalhas nas sete vezes em que participou da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) e, com as premiações, veio a fama entre os moradores da região. Nascido em Serra Talhada, a 75 km de Quixaba, João concilia o estudo universitário com visitas à família e à escola sempre que pode. É quando os meninos mais novos lhe procuram pedindo conselhos, mostrando cadernos, repercutindo provas. João é uma espécie de ídolo: “Se eu consegui as medalhas, eles sabem que podem conseguir também”, resume.

Não fosse o incentivo dos professores na escola estadual, hoje reconhecida nacionalmente como referência no ensino de matemática, com professores e alunos premiados por seu desempenho, a história seria outra. Com 1,94m de altura e um perfil afiado para a competição, João Lucas poderia ser um bom jogador de vôlei ou basquete. Mas ele consegue, sem dificuldade, apontar o momento em que os clichês caíram por terra: encorajado na sala de aula, competiu pela primeira vez na Obmep em 2005, quando recebeu uma medalha de prata - e decidiu, assim que pendurou o “troféu” no pescoço, que repetiria a disputa em busca de um ouro. Dali em diante, foram cinco ouros (2006, 2007, 2008, 2010 e 2011) e um bronze (2009) para a estante de casa - onde era incentivado a “crescer na vida” pelos pais, a advogada Lucineide Gambarra e o sindicalista e professor Lourival Gambarra. Se os planos vingarem, os próximos anos serão dedicados a obter os títulos de mestre e doutor.

Certificados das conquistas da escola ficam exibidos na parede da instituição. Foto: Rafael Martins/DP
Certificados das conquistas da escola ficam exibidos na parede da instituição. Foto: Rafael Martins/DP
“A matemática é como um cachorro: amável com quem faz carinho nela. Há quem diga que também é um cachorro por rosnar para quem olha feio, mas cão que ladra não morde”, brinca João Lucas, que ganhou intimidade com os números na infância, apostando memorizar placas de carro em troca de sorvete. Ele é a prova de como bons frutos são colhidos a partir da desmistificação da ciência exata: todos os anos, todos os alunos matriculados na Escola Estadual Tomé Francisco da Silva se inscrevem na Obmep. E todos os anos há premiados. A escola está, hoje, entre as 20 instituições públicas mais bem posicionadas do estado no Enem e tem nota 6,5 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Para se ter uma ideia, a meta do Ministério da Educação é que a média nacional atinja 6,0 até 2022 – número ultrapassado pela Tomé Francisco, cinco anos antes do prazo.

“Exemplos como o de João Lucas são importantíssimos para mostrar aos meninos que eles são capazes. Temos aprovados em medicina, engenharia mecânica, engenharia elétrica... É resultado de um trabalho focado de nossa parte e comprometimento da parte deles”, avalia a professora Maria do Bom Conselho Freitas, 41 anos, que deu aula a João durante oito anos. Ela está entre os três professores da escola premiados na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas de 2016 pela relevância dos resultados nos últimos 12 anos do exame. A Tomé Francisco recebeu troféu pela trajetória de destaque e teve 32 estudantes premiados na última edição do concurso.

Escola Estadual Tomé Francisco da Silva está entre as 20 instituições públicas mais bem posicionadas do estado no Enem. Foto: Rafael Martins/DP
Escola Estadual Tomé Francisco da Silva está entre as 20 instituições públicas mais bem posicionadas do estado no Enem. Foto: Rafael Martins/DP
Acertar nas contas virou tradição na cidade. “Costumo incentivar a galera mais nova, o que é uma responsabilidade bem pesada, mas divertida”, diz João Lucas, que frequentou a escola estadual do 1º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Questões de provas extraídas de olimpíadas e concursos de anos anteriores, aulas de reforço extraclasse e grupos de estudo dirigido seriam alguns ingredientes da receita bem-sucedida no Sertão Pernambucano. “Tentamos ensinar desde cedo, de forma dinâmica, desconstruindo o medo que existe em torno da matemática. Usamos jogos, brincadeiras, desafios. Isso vai além da Olimpíada, é uma estrutura que se forma para a vida deles, que pode abrir portas na fase adulta, garantir o acesso à graduação, ajudar na carreira que escolherem”, diz a professora Iranete Andrade, 32, que leciona matemática e física do 6º ano do Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Ela também foi premiada em 2016.

Para João Lucas, menino prodígio do Sertão pernambucano, a metodologia que lhe garantiu os louros na matemática fez tanta diferença que influenciou uma mudança recente de vida: no oitavo período de engenharia mecânica, trocou o curso pela licenciatura em matemática, na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. “Quero ser professor. Minha principal ideia para Quixaba é desenvolver um projeto olímpico, despertar o interesse do pessoal e expandir a 'cultura olímpica' existente. É preciso que os alunos se dediquem não só à Obmep, mas à Olimpíada Nacional em História do Brasil, Olimpíada Brasileira de Astronomia, pela Olimpíada Brasileira de Química, Olimpíada Brasileira de Física, Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro...”, planeja o rapaz.

Essa história daria um livro
Gestor Ivan José Nunes Francisco vai transformar a história da escola em livro. Foto: Rafael Martins/DP
Gestor Ivan José Nunes Francisco vai transformar a história da escola em livro. Foto: Rafael Martins/DP
Os últimos 12 anos de conquistas matemáticas foram tão significativos para a história da Escola Estadual Tomé Francisco, em Lagoa da Cruz, que serão transformados em livro pelo gestor do centro de ensino, Ivan José Nunes Francisco, 52 anos. À frente da escola há 19 anos, ele vai assinar duas publicações em parceria com a esposa, Josilene Nunes: uma coletânea de textos dos alunos premiados em competições de língua portuguesa e redação e uma autobiografia cruzada com a trajetória recente do centro de ensino. 

“Os resultados são frutos de uma proposta pedagógica. Aqui, nós não temos aversão à matemática. Passamos isso aos alunos, que vão se apaixonando pela disciplina e se engajam com o projeto, se inscrevem nas olimpíadas, depois se tornam engenheiros, professores, médicos...”, conta Ivan. O primeiro livro já tem título – Aluno autor: escrita premiada – e está em fase de revisão. “É uma forma de estimulá-los, além de registrar a história de êxitos da escola”, avalia o gestor, que recebeu prêmios de referência em gestão escolar (oferecido pelo Conselho Nacional dos Secretários de Educação, o Consed) em 2009, quando foi vice-campeão, e em 2012, quando alcançou o primeiro lugar nacional.

Yan Guilherme já foi medalhista de prata em 2014 e 2016 e fica orgulhoso de dar seguimento à tradição iniciada por João Lucas. Foto: Rafael Martins/DP
Yan Guilherme já foi medalhista de prata em 2014 e 2016 e fica orgulhoso de dar seguimento à tradição iniciada por João Lucas. Foto: Rafael Martins/DP
Para Ivan Nunes, ver casos como o de João Lucas se repetirem é o principal “troféu”. Nos últimos anos, os alunos do Ensino Médio Leandro Ferreira da Luz e Yan Guilherme de Souza, ambos com 16 anos, têm se destacado na aquisição de novas medalhas para o centro de ensino. Yan, medalhista de prata em 2014 e 2016, fica orgulhoso de dar seguimento à tradição: “João Lucas é um exemplo. Quando ele demora a visitar a escola e eu sei que está na cidade, vou bater na casa dele. Levo meu caderno, ele tira dúvidas, eu 'aperreio' mesmo”, brinca o menino, que cursa o 1º ano do Ensino Médio e sonha em cursar engenharia. “Não existe uma turma que se destaque mais. Todos se  empenham em participar, e muitos voltam com ouro, prata, bronze, menção honrosa… virou tradição nossa”, comemora o gestor.